As investigações reuniram mensagens, laudos periciais e depoimentos que indicam um relacionamento marcado por ciúmes, controle, ameaças e possível violência. Antes da morte, Gisele relatou agressões e medo do marido.
No dia 18 de fevereiro, ela foi encontrada com um tiro na cabeça no apartamento do casal, em São Paulo. A versão inicial de suicídio começou a ser questionada após inconsistências no depoimento do marido, comportamento considerado estranho, demora no socorro e evidências no local.
Perícias posteriores apontaram lesões no corpo da vítima, sugerindo que ela pode ter sido agredida e desmaiado antes do disparo. Testemunhos, mensagens e imagens reforçaram suspeitas de manipulação da cena.
Com o avanço das investigações, a Justiça decretou a prisão do tenente-coronel em 18 de março. O caso segue em apuração, com indícios de feminicídio e discussão sobre se será julgado pela Justiça comum ou militar.

Postar um comentário